quinta-feira, 24 de agosto de 2017

PUSERAM A CARNE TODA NO ASSADOR. MACRON MAN


HUGO MIGUEL NOMEADO PARA O RIO AVE-BENFICA.
Carlos Xistra no Sp. Braga-FC Porto e Luís Godinho no Sporting-Estoril
Hugo Miguel é o árbitro nomeado para dirigir o Rio Ave-Benfica, jogo entre equipas só com vitórias na 4.ª jornada da Liga. O árbitro da AF Lisboa, só esteve em jogos dos três grandes esta temporada até agora, foi o eleito, sendo auxiliado por Ricardo Santos e Nuno Roque. Já Fábio Veríssimo, o árbitro mais nomeado esta época - será o seu sexto jogo -, assume as funções de VAR.
Por outro lado, Carlos Xistra vai dirigir o Sp. Braga-FC Porto, depois de já ter apitado o Benfica-Sp. Braga da ronda inaugural. O juiz da AF Castelo Branco vai ser auxiliado por Nuno Pereira e Nélson Moniz, ao passo que o vídeo-árbitro será Bruno Esteves.

Já no Sporting-Estoril, o apito estará a cargo de Luís Godinho, com André Campos e José Braga como assistentes. Tiago Martins, que está lesionado, será o vídeo-árbitro em Alvalade.

NOMEADOS PARA A 4.ª JORNADA

Belenenses-V. Setúbal - Árbitro: Manuel Oliveira; VAR: Hélder Malheiro
P. Ferreira-V. Guimarães - Árbitro: Nuno Almeida; VAR: Bruno Paixão
Moreirense-Tondela - Árbitro: Bruno Esteves; VAR: Rui Oliveira
Chaves-Feirense - Árbitro: Luís Ferreira; VAR: Manuel Mota
Rio Ave-Benfica - Árbitro: Hugo Miguel; VAR: Fábio Veríssimo
Boavista-Aves - Árbitro: João Capela; VAR: Hélder Malheiro
Sporting-Estoril - Árbitro: Luís Godinho; VAR: Tiago Martins
Sp. Braga-FC Porto - Árbitro: Carlos Xistra; VAR: Bruno Esteves
Portimonense-Marítimo - Árbitro: Vítor Ferreira; VAR: João Capela

OBS: É comovente a maneira como são designados os árbitros para os nossos diretos adversários, em sintonia em tudo...

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

BENFICA B VENCE VARZIM


O Benfica B derrotou o Varzim, por 2-1, no Caixa Futebol Campus.
Dos repelões à magia! Assim foi o início do jogo entre a equipa B do Benfica e do Vazim, esta quarta-feira, no Caixa Futebol Campus que terminou com 2-1 para as águias.
Depois de Tiago Valente ter estado mais de três minutos a receber assistência no relvado, eis que Heriberto tira da cartola um tento de belo efeito, aos nove minutos. Isolado, tirou o guarda-redes Paulo Vítor do caminho e inaugura o marcador.

De resto, os primeiros 45 minutos foram praticamente de sentido único. Coletivamente campacta, a formação liderada por Hélder Cristóvão deu pouco espaço ao Varzim para mostrar o seu futebol; individualmente, Willock, Heriberto, Alan Júnior e Gedson eram “diabos à solta” com triangulações que deixavam a cabeça em água à defensiva nortenha.

O 1-0 com que se chegou ao intervalo era manifestamente escasso e que só não foi desfeito, porque Alan Júnior desperdiçou uma grande penalidade à passagem da meia hora.

No reatamento, o inglês voltou a mostrar-se num cruzamento-remate. O esférico embateu, caprichosamente, no poste. Nunca a máxima “quem não marca, sofre” fez tanto sentido. O relógio marcava 52 minutos de jogo quando Diogo Ramos empatou a contenda. Zlobin ficou mal na fotografia.
O jogo entrou depois numa fase algo incaracterística, com o Benfica B assentar o seu jogo aos 78 minutos. Alex Pinto arrancou da direita e assistiu Heriberto para o 2-1. O atacante bisava na partida e recolocava os da casa na frente do marcador.
O Benfica B conquistou a primeira vitória nesta edição da Segunda Liga e soma agora cinco pontos na classificação.
O Benfica B alinhou com Zlobin, Alex Pinto, Lystcov, Ferro (capitão) e Pedro Amaral; Florentino Luís, Keaton (Daniel dos Anjos, 61’) e Gedson; Heriberto, Alan Júnior (Diogo Mendes, 82’) e Willock (Nuno Santos, 90’).
Heriberto, autor de um bis no jogo com o Varzim, analisou a exibição do Benfica B que terminou num triunfo, por 2-1.
“Foi um jogo difícil. O Varzim é uma equipa experiente e sabíamos que iam dificultar o jogo. Aplicámos o que foi trabalhado durante a semana e fomos felizes. Conseguimos vencer. Os golos foram importantes, mas prefiro enaltecer o trabalho da equipa, que esteve muito bem”, afirmou o jogador à BTV.
O treinador, Hélder Cristóvão, também teceu elogios à prestação da equipa frente ao Varzim. “Tivemos 60 por cento de posse de bola. Fomos uma equipa mais dominadora e alegre perante uma equipa boa e experiente. Poderíamos ter desvantagem no meio pois o Varzim jogava com quatro jogadores. Aí, o Willock e o Heriberto foram importantes no equilíbrio e na largura que davam. Marcámos um golo, falhámos uma grande penalidade. Na segunda parte houve um erro de todos e sofremos o golo. Sabíamos que, com critério, íamos chegar ao golo. Conseguimos e depois tentámos segurar o meio-campo. Vitória justa”

NOTÍCIAS BENFICA: BENFICA 14 HORAS 23-08-17

                                           

ANÁLISE AO BENFICA E À IMPRENSA DESPORTIVA BENFICA TV 23-08-2017

                                           

AMIGOS DE BANCADA T 17 EP 22

                                           

INVESTIMENTO VS. COMPETIÇÃO


"Tendo abordado as "loucuras" cometidas no mercado de transferências e os perigos que o actual sistema comporta para o futuro da modalidade, destaco os investimentos no futebol e a repartição entre os seus intervenientes, geradora de lutas desiguais entre aqueles que competem por títulos e os que competem pela sobrevivência económica e desportiva.
É sabido que o desporto, enquanto sector de actividade, não pode subsistir sem equilíbrios traduzidos na imprevisibilidade nos resultados, pelo que os agentes desportivos têm uma responsabilidade acrescida na gestão que realizam. Em Portugal, o ambiente está longe de ser propício a uma reflexão sobre medidas que reforcem a igualdade entre os competidores.
Além disso, a indústria promove o jogador de futebol como um produto, prosperando o individualismo e agudizando as diferenças entre os rendimentos auferidos.
Remando contra a maré, no campo da responsabilidade social os jogadores com maior capacidade financeira têm revelado consciência da posição que ocupam e vontade de fazer a diferença. São inúmeros os casos de solidariedade de jogadores portugueses, que enobrecem a classe e o país, mas recentemente mereceu destaque a iniciativa do espanhol Juan Mata, que doará 1% do salário a causas sociais, seguida por Mats Hummels, com o intuito de mobilizar toda a classe.
A solidariedade e o apoio a causas sociais são um dos grandes benefícios trazidos pelo sucesso da modalidade, mas é preciso fazer mais na relação entre os pares. Mecanismos que garantam o cumprimento das condições contratuais, a protecção no desemprego e na doença ou sustentabilidade no pós-carreira, são desejáveis e possíveis através de um esforço conjunto. É preciso fazer muito mais nesta matéria.
Devemos pensar o futuro da modalidade e a sustentabilidade do jogo, como um dever de todos os agentes envolvidos no fenómeno."

PRIMEIRAS PÁGINAS: É JÁ ALI O QUÊ?


terça-feira, 22 de agosto de 2017

O ATAQUE DO BENFICA


Quando no final da temporada passada, em entrevista à BTV, Rui Vitória avisou que estava "a pensar nalgumas mudanças táticas e na forma de jogar", houve quem especulasse que o Benfica estaria a ponderar um sistema alternativo ao predominante nos últimos oito anos. Se se atentasse nas restantes palavras do treinador, percebia-se que não era o caso. Vitória sublinhava: "Há espaço para evolução, mas ela está dependente de eventuais saídas de jogadores-chave. Uma coisa é ter um lateral que entra na área, outra é ter um que só faz jogo por fora. Uma coisa é ter o Jonas ou atuar sem ele." Estava dado o mote e a sugestão era que, mais do que uma mudança de sistema, o Benfica iniciaria 2017/18 com variações no mesmo sistema.
Em parte isto aconteceria por força da saída de jogadores. Sem Nélson e Grimaldo, o Benfica perde profundidade nas alas e as trocas entre alas e laterais (com estes a procurarem o jogo interior) deixam de ser tão frequentes. É por isso que a saída de Nélson e as lesões constantes de Grimaldo implicam menos com a organização defensiva do Benfica do que com a forma como a equipa ataca.
Ainda assim, como se tem visto, o fundamental são as alterações no ataque.
Recuemos até à época passada. Uma das fragilidades do futebol do Benfica era a organização ofensiva. Escrito assim, parece estranho. Afinal a equipa foi campeã e marcou 72 golos. Mas, como foi muitas vezes dito, o Benfica era Pizzidependente (e continua a ser) e, mais relevante, a equipa tinha poucas variações na forma como saía a atacar. Muito por força das características dos avançados (e pela ausência frequente de Jonas), Pizzi estava, quase sempre, obrigado às mesmas jogadas. O que permitia aos adversários anular, em muitos momentos, a equipa encarnada.
Quatro jogos oficiais esta temporada permitem, já, tirar algumas ilações: o Benfica é, hoje, uma equipa mais versátil a atacar e, à terceira época como treinador, nunca a equipa comandada por Rui Vitória jogou um futebol tão envolvente e com tantas variações. Os céticos em relação à qualidade do futebol de Rui Vitória podem bem ter perdido as reservas e os (poucos) nostálgicos da dinâmica avassaladora de Jorge Jesus devem ter desaparecido.
Os números falam por si. Quatro jogos oficiais, quatro vitórias e 12 golos marcados. Mas os números não revelam tudo. O que faz a diferença é que, muito pela contribuição do avançado quatro em um que é Seferovic (fixa, dá profundidade, constrói e finaliza), o Benfica ganhou mobilidade no ataque e agressividade. Esta mudança permitiu a Jonas e a Pizzi disporem de mais soluções em organização ofensiva, tornando o futebol do Benfica mais ligado em zonas interiores mais adiantadas do campo. Já em transição, com um movimento característico do suíço – que encosta aos centrais para logo depois surgir a explorar a profundidade nas costas da defesa –, não apenas Pizzi pode explorar lançamentos verticais (o que tinha deixado de ser possível com a saída de Guedes), como as defesas adversárias serão obrigadas a jogar mais recuadas (por terem dificuldades a defender este movimento).
Talvez não seja prematuro dizer que, com uma pequena variação de sistema, o Benfica tornou-se mais forte e estará sempre mais perto das vitórias. Pelo caminho, a equipa entusiasma (ainda) mais.

Pedro Adão e Silva, in Record

105 x 68 - 22 AGOSTO 2017 - BENFICA TV [HD]

                                           

MAIS UM CALOTE?


Tendo-se completado hoje dois meses após a sua (acinzentada) cerimónia inaugural, os sportinguistas – particularmente os sócios do Clube – interrogam-se, justificadamente, sobre o que, de concreto, se passa com o Pavilhão João Rocha. Sobretudo aqueles que contribuíram financeiramente para a sua construção.

Acaba por ser deveras intrigante o manto silencioso que se abateu sobre a inaugurada, e tão ambicionada, obra nestes já sessenta dias decorridos. O que acontece? Não estará ainda em condições, técnicas ou legais, de ser utilizado? Problemas com o empreiteiro ou a Câmara Municipal? O que falta? Quando abrirá efectivamente? Quando nele se iniciarão as competições, os treinos das modalidades ou a realização de outros eventos? Quando passará a ter vida?

A par das inelutáveis dúvidas, aumenta a compreensiva frustração dos sócios e adeptos – nomeadamente numerosas famílias residentes no estrangeiro – que se deslocam ao Estádio José Alvalade com o animado objectivo de visitar o novo Pavilhão, mas que apenas encontram portões encerrados e poeirada em torno do edifício, limitando-se a espreitar de fora, sem sucesso. 

E, enquanto a Direcção do Sporting mantiver este misterioso silêncio – não cumprindo o seu dever de informar ou esclarecer – também aumentará, obviamente, todo o tipo de especulações…  


Texto da autoria de Leão da Guia
Retirado do blogue, Camarote Leonino
OBS:Entre os INUMEROS calotes, existia um, á LUSITANA Face e FERREIRA BP a exigirem o Pagamento das Obras no Pavilhão João Rocha ; se isto foi pago entretanto....não sei!
mas, na verdade....NUNCA ouvi ninguém ou alguma noticia a referir que estes gajos tinham pago alguma coisa a alguém!
deixo aqui uma pequena amostra....e, se alguma já tiver sido paga, digam klkr coisa para rectificar....eheheheh ....(a do BRAGA ainda nem mora aqui....)
com um Treinador a mamar cerca de 8 M€ para não fazer a ponta de um corno...
Com um Presidente que se autoRemunerou com um Vencimentoi de 10.000€/Mês....com efeitos retroactivos...
Com o Agente Heber Marchiori (Alan Ruiz) com: 700.00€
Com a Doyen á espera dos seus mais de 20 M€ + Juros
Com o BENFICA a exigir por danos no Estadio 58.000€ + Juros, desde 09/NOV/2013
Com o Carlos Freitas á espera dos seus 210.000 € + Juros
Com LUSITANA Face e FERREIRA BP a exigirem o Pagamento das Obras no Pavilhão João Rocha ????? €
Com o NOVO BANCO a pedir as remunerações devidas ás VMOCS a dez anos..... ????? €
Com a Municipalia a pedir as rendas relativas ao Pavilhão Multiusos de Odivelas (Ago/2013 = 80.000 €) de onde foram corridos por falta de pagamento do acordo...(10.000 € + IVA/ mês)
Com as dividas ainda ao BOJINOV 3,6 M€
Com as dividas a Mauricio do Vale 200.000 €
Bruno de Carvalho com mais de 613.000 € ao Fisco
"A do Braga...ainda não está aqui......."
enfim.....é caso para dizer:...: Grande clube....grande presidente....sim senhor!!!
Calimeros...